Estudos sobre Jenkins e narrativas transmidiáticas

Pra quem não sabe, tô cursando Produção Editorial, uma habilitação dentro da Comunicação Social. É um bom complemento pro curso  de jornalismo que já fiz. Sempre amei literatura e o mundo da literatura e o curso trata disso e muito mais. Já falei aqui sobre um outro projeto que participo dentro do curso: o Universo da Leitura. Leia o post aqui. Dentro do que aprendi e estou aprendendo no curso, destaco dois trabalhos que fiz para essa disciplina de Produção Editorial para Mídias Digitais. É bom compartilhar conhecimentos, né? Como acredito que muita gente se interesse por esses assuntos, vou dividir até pra vocês saberem o que costumamos estudar em PE. Vá que eu ganhe alguns futuros colegas. Pra vocês terem uma ideia: passamos a  última aula conversando sobre seriados e narrativas transmidiáticas. Bom demais. (As horas que passei vendo seriados serviram pra algo, viu, mãe?) O primeiro é um infográfico sobre o capítulo inicial do livro Cultura da Convergência, de Henry Jenkins. “Ao analisar o capítulo introdutório do livro Cultura da Convergência, de Henry Jenkins, percebemos que os consumidores têm papel essencial na convergência. É através dela que o fluxo de vida das pessoas está fluindo. A convergência, muito mais do que uma revolução tecnológica, é uma mudança nas relações humanas. E o público exige o direito de ter voz ativa e participativa nessa cultura. Ao mesmo tempo em que os consumidores estão interessados nas produções midiáticas, Jenkins (2008) acredita que os produtores midiáticos estão interessados nesses consumidores. Criamos um infográfico para explicitar o conteúdo desse capítulo introdutório. Confira clicando  aqui. 

Imagem retirada da websérie Dexter Early Cuts.

Imagem retirada da websérie Dexter Early Cuts.

O segundo (e meu preferido) é uma análise sobre a narrativa transmidiática no seriado Dexter. “Desde o seu “nascimento” Dexter foi Transmidiático. Nascido do livro de Jeff Lindsay, Dark Dreaming Dexter, o serial killer ganhou não só uma série de televisão com 8 temporadas ganhadora de prêmios importantes (como o Globo de Ouro e o Emmy) mas também conquistou os corações e as mentes de milhões de fãs em todo o mundo. A showtime, produtora da série, apostou no desenvolvimento de outras formas de engajamento poderosas, entre elas a criação Alternate Reality Games (ARG) com a série, e um portal social em que as pessoas podiam comentar e compartilhar suas opiniões sobre os episódios assim que eles eram lançados. O enganjamento e criação de conteúdo pelos expectadores foi estrondoso, e os números nas redes sociais falam por si, tornando o personagem principal da série, um serial killer controvertido, no mais novo “queridinho da américa” Confira clicando aqui.” Também fizemos um artigo bem completinho sobre essa análise do Dexter que vou postar aqui no blog assim que for corrigido. Aguardem. 😀

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Uma resposta para “Estudos sobre Jenkins e narrativas transmidiáticas

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